6 coisas que você precisa fazer para sair do aluguel em 2018

Conquistar a casa própria é um sonho compartilhado por muitos brasileiros. Nada melhor do que ter um lugar para chamar de seu, deixá-lo da maneira que você deseja e ter a segurança de um patrimônio em seu nome.

Mas, muitas vezes, os preços, as exigências de renda e as taxas de financiamento acabam desanimando e tornando o desejo de sair do aluguel cada vez mais distante da realidade.

Porém, conquistar a casa própria pode ser muito mais fácil do que se imagina. Por isso, continue acompanhando o nosso artigo e saiba o que você precisa fazer para riscar esse desejo do papel ainda em 2018.

Por que sair do aluguel em 2018

A situação econômica brasileira ainda dá passos lentos para a sua recuperação, mas isso não precisa ser um motivo para desistir de sair do aluguel em 2018.

Claro que o aluguel é uma mão na roda dependendo da sua situação financeira ou objetivo, como estudar fora da sua cidade, por exemplo. Mas o preço que você paga mensalmente pode ser o suficiente para começar a pagar um bem próprio.

Por isso, está na hora de reconsiderar as suas finanças e colocar em prática o seu sonho. Confira as nossas dicas.

1 – Planeje-se e organize as suas finanças

A primeira coisa que você deve fazer é se planejar. É necessário entender bem como funciona a sua renda, quais gastos precisam ser mantidos e quais são dispensáveis.

Caso você tenha dívidas, sejam elas de pequeno ou alto valor, é importante que você quite antes. Assim, você poderá ter o nome limpo e a tranquilidade de poder focar no seu sonho sem deixar de lado as outras contas.

A partir da análise da sua vida financeira, você poderá ter uma ideia de quanto vai poder poupar por mês e em quanto tempo conseguirá juntar dinheiro suficiente para poder comprar o seu imóvel.

Para ajudar, você pode montar uma planilha no Excel com todas as informações, como dívidas, pagamentos futuros, renda mensal, poupança, entre outros. Ou então, você pode aproveitar a facilidade de aplicativos de finanças.

veja alguns deles:

  • Mobills – gl/eM6w1x
  • Minhas Economias – gl/jcYLkA
  • Organizze – gl/fqt5gL
  • Guia Bolso – gl/GZAKxx

2 – Pesquise, pesquise e pesquise mais um pouco

Comprar um imóvel é um investimento muito sério e caro. Por isso, é necessário que você tenha em mente exatamente o que você quer. É preciso que você entenda todas as suas necessidades e também das pessoas que vão morar com você.

Vamos supor que você está querendo comprar uma casa para morar com o seu marido e dois filhos. Em primeiro lugar, é preciso pensar no local. Quantos quartos serão necessários, se for crianças pequenas será preciso um lugar maior. Se você ainda estiver planejando ter filhos, terá que considerar a possibilidade de mais um cômodo.

Também é preciso pensar na localização. Se a casa é perto para você e o seu marido irem trabalhar, se a escola das crianças é perto, se existe comércio e facilidades no dia a dia.

Por último e não menos importante, é preciso pensar no preço e se ele está dentro das suas condições. Os benefícios oferecidos por alguns imóveis podem ser tentadores, mas você realmente precisa de todos eles?

Por isso, considere a sua renda e quanto você pode pagar sem comprometer a sua qualidade de vida, as coisas que você precisa pagar e todos os seus gastos mensais.

3 – É hora de poupar

Quando se pensa em guardar dinheiro, a primeira coisa que vem à cabeça são as contas poupança. Mas, levando em conta que você está prestes a fazer um grande investimento, os juros rendidos pela poupança podem não ser o suficiente.

Por isso, está na hora de pensar em outras formas de aumentar a sua renda. Uma delas é o Tesouro Direto. Com esse programa, você adquire títulos públicos do Governo Federal. É um investimento seguro e a rentabilidade é acima da inflação. O melhor é que você pode resgatar o seu dinheiro corrigido a curto, médio e longo prazo.

O ideal é que você invista pelo menos 30% da sua renda mensal. Mas, sempre levando em conta as outras dívidas que você precisa pagar também.

4 – Escolher um financiamento imobiliário

Sabemos que comprar um imóvel a vista não é lá uma tarefa muito fácil. Por isso, uma opção são os financiamentos. Geralmente, você oferece uma entrada e, através do financiamento, você parcela o resto da sua dívida.

Mas você precisa levar em conta a sua realidade financeira. Não adianta dividir de 36 vezes, se você não terá condições mensais de pagar.

Devido aos juros, o indicado é que você dê uma entrada em um valor mais alto e evite parcelar o resto de muitas vezes. Mas não é apenas isso, você precisa entender o programa do banco escolhido e quais condições ela oferece.

Além dos juros, você deve considerar prazo, tempo de liberação do dinheiro e a burocracia que você irá enfrentar. Não se esqueça de deixar todos os documentos necessários para o financiamento em ordem.

5 – Utilizar os programas oferecidos pelo Governo

Se você não tem dinheiro guardado mas quer sair do aluguel em 2018, que tal aproveitar o Minha Casa Minha Vida? O programa subsidiado pelo Governo Federal oferece a oportunidade para pessoas de baixa renda comprar o seu imóvel. Para isso, basta estar dentro das regras exigidas.

O programa possui três faixas de acordo com a renda mensal do beneficiário. Por isso, se você possui uma renda de até R$ 9.000,00, o programa pode servir como um facilitador na hora de adquirir o seu imóvel.

6 – Não se esqueça de considerar os outros gastos

Por fim, você precisa se planejar para os outros gastos que você terá depois de adquirir a sua casa, como condomínio, móveis, decoração, instalação de serviços, como telefone, televisão e muito mais.

Sair do aluguel nunca pareceu tão fácil, não é mesmo? Com muito planejamento e organização financeira, você poderá realizar o seu sonho e, enfim, ter o seu próprio lar.

Está na hora de você dar o próximo passo para comprar o seu apê. E não se esqueça de acompanhar as nossas redes sociais para ficar por dentro de todas as nossas novidades.

 

 




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